sexta-feira, 31 de agosto de 2012
domingo, 26 de agosto de 2012
Um cão não vê utilidade em carros elegantes... nem em casarões, nem em roupas de grife.
Um graveto serve para ele. Um cão não se importa se você é rico ou pobre... talentoso ou sem graça, inteligente ou burro.
Dê a ele o seu coração e terá o dele.
De quantas pessoas você pode dizer isso?
Quantas pessoas o fazem sentir-se único, puro e especial?
Quantas pessoas o fazem sentir-se extraordinário?
Um graveto serve para ele. Um cão não se importa se você é rico ou pobre... talentoso ou sem graça, inteligente ou burro.
Dê a ele o seu coração e terá o dele.
De quantas pessoas você pode dizer isso?
Quantas pessoas o fazem sentir-se único, puro e especial?
Quantas pessoas o fazem sentir-se extraordinário?
Poderíamos ter comprado um iate com o que nós gatamos com o nosso cachorro e tudo que ele destruiu. Mas, me pergunto: quantos iates ficam esperando junto a porta o dia inteiro até você voltar? Quantos vivem esperando a chace de subir no seu colo ou descer a colina com você em um tobogã, lambendo o seu rosto?
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
terça-feira, 14 de agosto de 2012
Uma das palavras mais frustantes da linguagem humana, até onde sei, é amor. Tanto significado atribuído a essa única palavrinha... As pessoas falam nela livremente e a todo tempo, usando-a para descrever seu apego a bens materiais, bichos de estimação, destino de férias e comidas preferidas. Às vezes, numa mesma frase, empregam essa palavra também para a pessoa que consideram mais importante em suas vidas. Isso não é um absurdo?
Tem um ditado que diz que o amor é cego. É justamente o contrário. Quando você ama de verdade, é capaz de ver coisas que ninguém consegue. Falam que você não consegue enxergar os defeitos, pura mentira também! Você vê, estão todos lá. Mas vê também algo que só você pode, como lidar com eles e contorná-los. Então, o amor não é cego, ele é a maior lente de aumento que já inventaram.
domingo, 12 de agosto de 2012
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
domingo, 5 de agosto de 2012
Ela tinha razão. O mundo era terrível, cruel, impiedoso, negro como um sonho mau.Não havia um lugar para viver. Os livros eram o único lugar onde havia compaixão, consolo, alegria... e amor. Os livros amavam a todos que os abriam, ofereciam proteção e amizade sem exigir nada em troca, e nunca iam embora, nunca, mesmo quando não eram bem tratados (...) As palavras são imortais... A não ser que venha alguém e ponha fogo nelas. E mesmo assim...
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