AMAR NUNCA FOI TÃO ASSUSTADOR... OU PROIBIDO.
terça-feira, 30 de outubro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
Eles não sabem muito sobre o amor como julgam saber. O amor não quer que as pessoas continuem ignorantes e assustadas. Não coloca a obediência acima de tudo. O amor não julga e acredita que algumas vidas, ou histórias de amor, sejam mais valiosas do que outras. O amor não usa as pessoa e as joga fora. Ele é infinito e nos torna pessoas mais fortes, mesmo quando a pessoa que amamos já se foi.
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Não duvide do valor da vida, da paz, do prazer de viver, em fim, de tudo que faz a vida florescer. Mas duvide de tudo que a compromete. Duvide do controle que a miséria, ansiedade, egoísmo, intolerância e irritabilidade exercem sobre você. Use a dúvida como ferramenta para fazer uma higiene no delicado palco da sua mente com o mesmo empenho com que você faz higiene bucal.
terça-feira, 16 de outubro de 2012
domingo, 14 de outubro de 2012
Tive a oportunidade de conhecer pessoas do mundo inteiro e acho que todos somos fundamentalmente iguais. Formamos uma única família humana. Talvez usemos roupas diferente, a cor da nossa pele seja diferente ou falemos línguas diversas, mas isso é só na superfície. Todos temos sonhos e procuramos aquilo que nos trará felicidade verdadeira. Para conhecer o mundo todo, só precisei aprender sobre mim mesmo.
sábado, 13 de outubro de 2012
O amor é uma tolice. Ele nos torna fracos, vulneráveis. O amor é uma ilusão passageira, fadada a terminar um dia. Só os imbecis se rendem a tais sentimentos. O amor por si é o único amor verdadeiro, porque no fundo todos nós, homens, anjos ou demônios, somos egoístas ao extremo. Quando amamos alguém, é porque assim nos sentimos felizes, e não o contrário.
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Passei, durante esse longo concerto, minutos intermináveis, suando frio, desejando terrivelmente estar horas ou dias à frente para escapar da tortura da espera, da angústia de não saber quento tempo, da tensão de ter de aguentar até passar. Mas não há meio. Talvez seja exatamente este o verdadeiro prazer de atravessar tempestades. Só se alcança o bom tempo passando por todos os segundos que vêm antes. Não há como cortar caminho. Só veria o sol outra vez quando passasse por todos os dias do inverno, sem pular nenhum. E não há como dar saltos.
As vezes penso que a única coisa que está pronta para me aceitar é a morte. Nada nesse mundo parece querer, ou lembrar-se de mim. Sabe o que eu acho dessa vida desprezível Vou abandonar essa história de romances épicos e tentar concentrar me talento - se é que tenho algum - no que quer que não seja escrever. O que sei é que existem apenas dor e desespero aguardando por nós, especialmente por mim.
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
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